Os pensamentos, as experiências de vidas relatadas das minhas personagens não são reflexos dos meus pensamentos e experiências, mas sim, peças do mosaico que forma o ser humano. Os meus textos não intentam a polêmica, mas nos chamar à reflexão. Deixo o meu email para quem quiser trocar ideias, compartilhar textos e interagir: gotasdeprosias@gmail.com

domingo, 25 de agosto de 2013

Pensamento - sobre preconceito





A água, essencial para a sobrevivência do corpo, não tem gosto, não tem cheiro e nem cor. A convivência, essencial para a sobrevivência do espírito, só é possível se enxergarmos o outro como a água, ou seja, sem  preconceito. Bebamos, assim, a essência do outro para o sabermos, a alma só aceitará com justiça dessa água, de outra forma ela não matará a sua sede.







Os próximos contos, escritos a quatro mãos, mostrarão o meu outro lado de escritor que nenhum dos meus leitores sabe. Aguardem, vocês serão surpreendidos. Mais informações clique AQUI.



Primeira imagem: Getty Images
Segunda imagem: Getty Images 

terça-feira, 16 de julho de 2013

Pensamento - sobre o amadurecimento



   Todos nós sabemos da nossa imaturidade quando nascemos, portanto, gosto de me comparar com um maracujá, quando novo, ou seja, verde, a sua pele é lisa e brilhosa, contudo, sem sumo, de nenhuma utilidade. Ao amadurecer, a casca envelhecida se torna feia, no entanto, o sumo se torna apetitoso e aproveitável. Por isso, aproveitamos o tempo para que possamos amadurecer intrinsecamente sem dar muita importância com o envelhecimento da carne. Posto que, a carne é finita, é o sumo que dela sair que vai dizer quem você é. Aproveite amigo, amadureça da melhor forma possível para que o seu sumo seja apetitoso e aproveitável.

Imagem: GETTY IMAGES

Próximo conto em processo de edição 

Título: Ladrões de juventude
Sinopse: eles seriam eternamente jovens, porém o preço seria alto.
Dias e horários das postagens: Domingo, às 8:00 - Quarta-feira, ao meio dia 

     Ladrões de juventude

   Adah correu desesperado para a traseira do ônibus ouvindo impropérios dos passageiros atropelados pela sua pressa, colou as duas mãos no parabrisa e a viu tentando segurar as emoções, abraçada a um Kafka, ininteligível para ele que estava acostumado a leitura de livros de bolso de bang e bang...

Leia mais no domingo às 8:00hs